Employee Experience (EX) é tendência em RH

Lina Nakata, da Great Place to Work Brasil, mostrou como um ambiente corporativo mais agradável, com colaboradores engajados e felizes pode melhorar resultados para as empresas


O conceito de User Experience (UX) coloca o cliente no centro da estratégia de negócios das empresas e é cada vez mais comum no mercado. Com a mudança de comportamento do usuário, a boa experiência passou a ser o diferencial para competitividade. Ciente da sinergia que o tem com o conceito, o departamento de RH passa a, cada vez mais, adotar o UX como forma de engajamento com os colaboradores.


O tema foi discutido durante o IV Fórum de Tendências de RH, realizado em São Paulo pela ABPRH (Associação Brasileira de Profissionais de RH). Lina Nakata, da Great Place to Work Brasil, conduziu o painel ‘Experiência do colaborador, employer branding e tendências pró engajamento’ e mostrou como um ambiente corporativo mais agradável, com colaboradores engajados e felizes pode trazer clientes mais satisfeitos e, consequentemente, melhores resultados para a empresa.


A UX é preocupação para 90% das empresas atualmente. O cliente passou a comandar e orientar as ações das corporações. Segundo Lina, há uma tendência de ampliação desse conceito para todos os que se relacionam com a empresa além do cliente, como o colaborador por exemplo. Daí vem o termo Employee Experience (EX).


Assim como a UX, sem distinção de nível hierárquico ou tempo de carreira, a EX coloca o funcionário no centro das atenções. Assim, para o departamento de RH vivenciar a experiência do colaborador é essencial. “Se pensarmos com cabeça de RH não vamos conseguir identificar situações diferente das nossas. Temos que pensar com cabeça de colaborador”, afirmou.


Pessoas satisfeitas geram resultados positivos e melhoram a reputação da empresa. Com os levantamentos que realiza, a GPTW identificou, por exemplo, que companhias bem avaliadas no seu ranking tem uma rotatividade voluntária de 7%, enquanto que a média nacional, segundo o DIEESE, é de 24%. Elas também recebem bem mais currículos que outras companhias.


Atrair esse perfil de colaborador engajado aos valores e comprometido com as metas da empresa é mais um desafio do RH em meio a tantas novas siglas. Para que a empresa se torne um local atrativo para colaboradores. E isso inclui construir e gerenciar a Employer Brand da organização. “O RH deve ter protagonismo nesse momento, identificando as necessidades e gostos dos colaboradores, levando-os a fazer o que eles querem. Assim, com propósitos claros as pessoas se engajam naturalmente”.



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