RH deve ajudar colaboradores na busca de foco e emoções

Atualizado: 9 de Out de 2018

Palestra sobre inteligência emocional aborda relacionamento interpessoal


São Paulo, 03/10/18 – Foco, emoções e a importância do relacionamento interpessoal foram alguns dos temas abordados na palestra de encerramento do IV Fórum de Remuneração e Benefícios, promovido pela ABPRH (Associação Brasileira dos Profissionais de Recursos Humanos), no dia 3 de outubro em São Paulo.


O presidente da SBIE (Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional), Rodrigo Fonseca, aproveitou o evento para falar sobre “A importância da inteligência emocional nas negociações e comunicação de remuneração & benefícios”. “As pessoas precisam ser tratadas como seres humanos, com emoções e toque”, explica o palestrante com 20 anos de experiência, que critica o uso excessivo das máquinas na comunicação: “O problema não é o WhatsApp, mas sim as pessoas não saberem mais lidar com o olho no olho”.


Segundo ele, o desafio das áreas de Recursos Humanos é tirar os colaboradores da frente do computador e do celular para conversar, torná-las mais criativas ao trabalhar em equipe e ajudá-las na busca do foco. “Foco vem do latim focus, que é convergência de forças, e o RH precisa mudar o foco do colaborador em busca de produtividade”, citando a utilização inapropriada da TV, novela, jornal, internet e celular como os vilões em “tirar o foco”.


Fonseca classifica o foco em três tipos: visionário, comportamental e temporal. Segundo ele, o visionário cria uma imagem daquilo que a empresa quer que seja o foco; o comportamental está relacionado a exemplos da liderança; e o temporal, a situações passageiras. Ele afirma ainda que o foco pode ser direcionado e expandido pelos profissionais de RH. “Vocês são os faróis da empresa e têm que direcionar o farol para onde quiserem que os colaboradores enxerguem.”


Em relação às emoções, Fonseca argumenta que há muitas pessoas emocionalmente imaturas e é preciso aprender a lidar com essa característica para sobreviver no mercado de trabalho. “O ciclo das emoções básicas passa pelas fases do medo, raiva, tristeza, alegria e amor, e isso tem que ser uma engrenagem mudando a todo momento”, conclui.





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